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Fev
24
By: planetaterrasos | Discussion (0)

Olá mundo…

Alguns atores globais estão dando prioridade para a situação da NOSSA AMAZONIA, entrem no site e votem, fiquem por dentro do q acontece lá…o PLANETA AGRADECE!

O site é: http://www.amazoniaparasempre.com.br/TPExtras.html

Vamos abraçar essa causa e aproveitem para visitar os outros sites na mesma página…No minimo é uma leitura maravilhosa. Grata a todos.



Out
12
By: planetaterrasos | Discussion (0)

Ele tem jeito pra coisa…

ganhou o prêmio Nobel com merecimento, vamos comentar…

A cruzada de Al Gore contra o efeito estufa

Al Gore pode ter perdido as eleições nos Estados Unidos, mas ganha audiência crescente nos quatro cantos da Terra. O “ex-futuro presidente dos EUA”, como costuma se intitular, tornou-se o mais famoso e convincente porta-voz do aquecimento global e de suas conseqüências catastróficas. Bom para o mundo.

Parte da sua jornada “catequizadora” foi registrada em An Inconvenient Truth, ou Uma Verdade Inconveniente, documentário que chega às telas brasileiras no dia 3 de novembro, inicialmente no circuito São Paulo-Rio. O trailer pode ser assistido no site www.climatecrisis.net .Inconveniente e absolutamente necessário, o filme dirigido por Davis Guggenheim é de um didatismo capaz de demover qualquer dúvida - se é que ainda existe - sobre as causas antrópicas das mudanças climáticas, e os conseqüentes desastres de toda a ordem em um planeta que começa a fazer água. A profusão de dados, desenhos animados, gráficos e fotografias sobre o aquecimento e os prejuízos para o ser humano, a saúde e a economia são de uma veracidade assustadora.Uma animação, por exemplo, - de forte apelo principalmente para o público norte-americano -, mostra o que acontecerá às regiões costeiras dentro dos próximos anos com a elevação do nível do mar causado pelo derretimento das geleiras.O aumento de poucos metros faria submerger o memorial do World Trade Center, colocando qualquer plano terrorista no chinelo. É assim que o documentário conclama as pessoas a mudarem suas atitudes em relação à maneira como se produz e se consome recursos e energia. Mais que isso, instiga o cidadão a exigir uma revolução política, de modo que o efeito estufa seja alçado à lista de prioridades de qualquer governante como o maior dos problemas a ser enfrentado, desde já, pela humanidade.Como bem demonstra Al Gore, a ciência e a tecnologia já são capazes de oferecer o conhecimento e as ferramentas necessárias para combater o aquecimento global. Falta é a vontade política de mudar os paradigmas econômicos vigentes. Nesse ínterim, o ex-vice-presidente na gestão Bill Clinton aproveita para lembrar, em tom um tanto irônico, que vontade política é um recurso também renovável.Não que se tivesse ganhado as eleições, os Estados Unidos teriam necessariamente ratificado o Protocolo de Kyoto, pois o Congresso norte-americano tem autonomia para decidir os rumos do país. Mas o embate teria sido bem mais duro.Os EUA oficialmente rejeitam assumir compromissos para a redução da emissões de efeito estufa, amparados pela política desenvolvimentista e pela saga petrolífera da dinastia Bush. Extra-oficialmente, entretanto, é crescente a adesão no país a metas voluntárias, por prefeituras, governos estaduais e até cidadãos.Al Gore, que esteve na última semana em São Paulo, continua sua cruzada mundo afora - sempre tomando o cuidade de neutralizar, por meio do plantio de árvores, os gases de efeito estufa emitidos pelos aviões que toma e também dos gases gerados na produção do próprio documentário. Militante, encontrou sua forma de fazer política sem estar preso a uma cadeira presidencial.

 



Jan
18
By: planetaterrasos | Discussion (0)

Se a Terra Falasse…

Eu me chamo Terra. Tenho 4,6 bilhões de anos e abrigo centenas de milhares de seres vivos. Possuo muitas riquezas e inúmeros ecossistemas. Os oceanos cobrem cerca de dois terços de minha superfície e sei que sou o único Planeta do Sistema Solar que permite tanta vida. Sou envolvida pela atmosfera que chega a algumas centenas de quilômetros acima da minha crosta. Estou mudando constantemente desde que nasci.

Por exemplo, na Era Glacial estive coberta por uma grossa camada de gelo. Houve o tempo dos Dinossauros que dominavam grande parte de meu ambiente, e que devido a mudanças naturais bruscas, não resistiram e acabaram morrendo. Apesar de todas estas mudanças, sentia-me bem pois sabia que tudo fazia parte de um ciclo natural.

Muito tempo se passou e hoje em dia sinto-me fraca, muito fraca… Minhas florestas estão sendo destruídas por queimadas e desmatamentos, provocando inúmeras perdas de espécies animais e vegetais. Meus rios e oceanos estão sendo poluídos com lixo, dejetos e rejeitos de indústrias, e minha atmosfera está sendo danificada. O lixo acumulado demora para se decompor provocando feridas em minha crosta. Tudo está sendo destruído e só porque sou muito grande, apenas poucos acreditam que estou correndo perigo de vida, bem como todos os seres vivos que abrigo.

Os próprios humanos (responsáveis por todo esse caos) sofrem de inúmeras enfermidades causadas pelo desequilíbrio ecológico, contaminação das águas, poluição, e nem por isso tomam as providências necessárias para reverter esta situação.

Eu sou o seu Planeta, o seu paraíso, presente de Deus, que lhes oferece tudo o que é necessário. Preciso da sua ajuda e peço que cuidem bem de mim plantando, reciclando, despoluindo, para que possamos viver em harmonia novamente, para que muitos animais e plantas continuem vivendo e para que as condições de vida humana melhorem, antes que seja tarde demais…



Jan
18
By: planetaterrasos | Discussion (0)

Do Cacique ao Presidente (1855)

Esta carta foi escrita, em 1855, por um índio norte-americano, de nome Seattle, cacique da tribo Duwamish, para o então Presidente dos Estados Unidos, Franklin Pierce.

“O Grande Chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar a nossa terra. O Grande Chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não precisa da nossa amizade. Vamos, porém, pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O Grande Chefe de Washington pode confiar no que o Chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas - elas nuca empalidecem. Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia nos é estranha. Se não somos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho. O homem branco esquece a sua terra natal, quando, depois de morto vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos. As cristas rochosas, os sumos das campinas, o calor que emana do corpo de um mustang, o homem - todos pertencem à mesma família. Portanto quando o Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós. O Grande Chefe manda dizer que irá reservar para nós um lugar em que possamos viver confortavelmente. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto vamos considerar a tua oferta de comprar nossa terra. Mas não vai ser fácil, não. Porque esta terra é para nós sagrada.

Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais. Se te vendemos a terra, terás de te lembrar que ela é sagrada e terás de ensinar a teus filhos que é sagrada e que cada reflexo espectral na água límpida dos lagos conta os eventos e as recordações da vida de meu povo. O rumorejar da água é a voz do pai de meu pai. Os rios são irmãos, eles apagam nossa sede. Os rios transportam nossas cargas e alimentam nossos filhos. Se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar e ensinar a teus filhos que os rios são irmãos nossos e teus, e terás de dispensar aos rios a afabilidade que darias a um irmão. Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mais sim sua inimiga, e depois de a conquistar, ele vai embora. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados e nem se importa. Arrebata a terra das mãos de seus filhos e não se importa. Ficam esquecidos a sepultura de seu pai e o direito de seus filhos à herança. Ele trata sua mão - a terra, e seu irmão - o céu, como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante.

Sua voracidade arruinará a terra, deixando para trás apenas um deserto: Não sei. Nossos modos diferem dos teus. A vista de tuas cidades causa tormento aos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que de nada entende. Não há sequer um lugar calmo nas cidades do homem branco. Não há lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o tinir das asas de um inseto. Mas talvez assim seja por ser eu um selvagem que nada compreende. O barulho parece insultar os ouvidos. E que vida é aquela se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo. O índio prefere o suave sussurro do vento, purificado por uma chuva do meio-dia, ou recendendo o pinheiro. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem. O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu ao nosso bisavô o seu primeiro sopro de vida, também recebe seu último suspiro. E se te vendermos a nossa terra, deverás mantê-la reservada, feita santuário, como um lugar em que o próprio homem branco possa ir saborear o vento, adoçado coma fragrância das flores campestres.

Assim pois, vamos considerar tua oferta para comprar a nossa terra. Se decidirmos aceitar, farei uma condição: O homem branco deve tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e desconheço que possa ser de outro jeito. Tenho visto milhares de bisões apodrecendo na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem em movimento. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante do que o bisão que nós, os índios, matamos apenas para o sustento de nossa vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais logo acontece ao homem. Tudo está relacionado entre si. Deves ensinar a teus filhos que o chão debaixo de teus pés são as cinzas de nossos antepassados. Para que tenham respeito ao país, conta a teus filhos que a riqueza da terra são as vidas da parentela nossa. Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos: que a terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a terra fere os filhos da terra. Se os homens cospem no chão, cospem sobre eles próprios. De uma coisa sabemos: a terra não pertence ao homem, é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama de vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo que ele fizer à trama, a si próprio fará.”



Jan
17
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A CARTA DA TERRA

PREÂMBULO
Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.
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Assim se inicia uma das maiores e mais lindas mensagens do valor e da importância da nossa TERRA. Sugiro a busca e pesquisa na net para lerem na íntergra essa CARTA maravilhosa e epecial.
Boa leitura.



Jan
17
By: planetaterrasos | Discussion (0)

Caros leitores,
Há muito estamos observando, através da mídia, jornais, e revistas a premissa de caos que nosso planeta vem sofrendo. Desde que tomei consciência de tudo isso e do que nos espera o futuro, tento fazer o possível para reverter parte dessa situação. Por esse motivo e através de fontes confiáveis, trago minha mensagem de amor e consideração à mãe terra, esta que nunca nos abandona, que nos faz viver, e senhora de toda uma existência. A terra pede por socorro todos os momentos, as catástrofes naturais nada mais são do que um aviso deseperado de SOCORRO, ESTOU MORRENDO!!!
Caros interessados, sou uma, mas posso ser milhões a tererem uma atitude com relação ao cuidado e preservação de nossas espécies, e são muitas. Se cada um fizer sua parte já será tanto, assim como cada um que maltrata já realizou o que vemos de degradante no agora. PEÇO AJUDA, peço consciência, colaboração com atitudes mais inteligentes e produtivas para nosso mundo. Agradeço a atenção e a agregação que posso ter daqui para ali e acolá. NOSSO MEIO AMBIENTE É O MAIOR AGRACIADO, pensem nisso!
Viviane Oliveira.



Jan
15
By: planetaterrasos | Discussion (0)

PRINCÍPIOS
I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DA VIDA

1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade.
a. Reconhecer que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor, independentemente de sua utilidade para os seres humanos.
b. Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade.

2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.
a. Aceitar que, com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais vem o dever de impedir o dano causado ao meio ambiente e de proteger os direitos das pessoas.
b. Assumir que o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder implica responsabilidade na promoção do bem comum.

3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.
a. Assegurar que as comunidades em todos níveis garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais e proporcionem a cada um a oportunidade de realizar seu pleno potencial.
b. Promover a justiça econômica e social, propiciando a todos a consecução de uma subsistência significativa e segura, que seja ecologicamente responsável.

4. Garantir as dádivas e a beleza da Terra para as atuais e as futuras gerações.
a. Reconhecer que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras.
b. Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apóiem, em longo prazo, a
prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra.

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Quer saber mais? Pesquisem sobre “A CARTA DA TERRA” na net. farei o possível para em breve edita-la na íntergra nesse nosso espaço.



Jan
14
By: planetaterrasos | Discussion (3)

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